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Pesquisa do Procon aponta mais de 53% de diferença de preço em ovos e chocolate de Páscoa

11/04/2019 - Thaise Marques/Governo do Tocantins

Com a proximidade da Páscoa, celebrada no próximo dia 21 de abril, a Superintendência de Proteção aos Direitos do Consumidor (Procon-TO) realizou, nesta semana, entre os dias 8 e 10 de abril, pesquisa de preços de ovos de Páscoa em seis estabelecimentos de Palmas. Ao todo, cinco marcas de chocolates foram consultadas e 43 itens pesquisados.  Confira a pesquisa https://central3.to.gov.br/arquivo/436384/.

O superintendente do Procon-TO, Walter Viana, destacou que o objetivo da pesquisa é permitir que o consumidor possa decidir de casa qual o local que oferece um preço mais acessível. “Além disso, a proposta é fazer com que os estabelecimentos comerciais, com a divulgação da pesquisa, pratiquem os preços mais baixos possíveis”, afirmou.

O maior percentual de variação de preços foi encontrado na caixa de chocolate Bis 126 g, com uma diferença de preço de 59,31%, vendido entre R$ 3,49 e R$ 5,56. Logo em seguida, caixa de Bombom Especialidades, 300 g, com variação de 57,22%, vendido entre R$ 6,99 e R$ 10,99. E, em terceiro lugar, a Caixa de Bombom Variedades, 289,2 g, com variação de 44,63% e preços entre R$ 8,29 e R$ 11,99.

Entre os ovos de Páscoa, o que apresentou maior variação foi o ovo Bis Meio a Meio, 318 g, com variação de 43,24%, vendido entre R$ 34,90 e R$ 49,99.

Procon orienta

O Procon orienta que o consumidor faça uma comparação entre os preços praticados por diferentes estabelecimentos e também considere a relação qualidade, peso e preço do item a ser adquirido.

O gerente de fiscalização, Magno Silva, alerta sobre as informações que são obrigatórias nas embalagens. Nos ovos que contêm brinquedos, verifique na embalagem se está estampada a frase Atenção: contém brinquedo certificado no âmbito do Sistema Brasileiro da Avaliação da Conformidade.

“Devem ser observados, com atenção, o prazo de validade, a composição e o peso líquido do produto. No caso de ovos com brinquedos, também é obrigatória a indicação de faixa etária ou, se for o caso, frase que informe que não existe restrição de faixa etária”, ressaltou Silva.

É importante lembrar ainda que o brinquedo deve ter o selo do Inmetro em sua embalagem, a identificação do fabricante (nome, CNPJ, endereço), o importador (caso o brinquedo seja importado), as instruções de uso e de montagem, e eventuais riscos que possam apresentar à criança.